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REALIDADES ALTERNATIVAS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA
Dia 24 de novembro, às 19:30, na sala 101 do bloco 1, acontece a palestra Realidades alternativas em computação gráfica, por Cássio Braga, responsável pela área de 3D da agência Miagui, de Porto Alegre.
"A nossa forma de comunicar esta mudando, e vai mudar exponencialmente nos próximos anos. As tecnologias de computação gráfica estão cada vez mais avançadas e estão assumindo o protagonismo frente os novos desafios da produção de conteúdo visual. A Miagui é um estúdio pioneiro nesse mercado e vem desenvolvendo metodologias disruptivas associando tecnologia, comunicação e arte. Trabalhando para clientes nacionais e internacionais há 6 anos, a Miagui atende clientes como Honda, Brastemp, Nike, Casas Bahia, Nissan, entre outros."
O encontro será aberto a todos os interessados.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Evento da AAII aborda a cultura do Canadá
A Assessoria para Assuntos Internacionais e Interinstitucionais da
UNISC divulga e convida a todos os alunos da Universidade para participar da palestra “Canadá, viva esta
experiência!”.
A palestra será no dia 04 de maio a partir das 18h na sala 101 bloco 1 da UNISC - Campus Santa Cruz do Sul.
A palestra abordará: informações oficiais do Canadá; sistema de
educação no país; intercâmbios; ofertas de estudo e turismo do país.
Haverá participação do Consulado do Canadá de Porto Alegre e da Concordia University of Edmonton, Canadá, instituição com a qual a UNISC possui convênio de cooperação desde 2012. Além disso, haverá a presença das agências Matte Viagens e Free Way Intercâmbio que ofertarão alguns snacks aos participantes.
Venha saber as oportunidades que o Canadá pode lhe oferecer!
Fonte: AAII Unisc
Haverá participação do Consulado do Canadá de Porto Alegre e da Concordia University of Edmonton, Canadá, instituição com a qual a UNISC possui convênio de cooperação desde 2012. Além disso, haverá a presença das agências Matte Viagens e Free Way Intercâmbio que ofertarão alguns snacks aos participantes.
Venha saber as oportunidades que o Canadá pode lhe oferecer!
Fonte: AAII Unisc
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Palestra na Fabico - Pato Macho
O Grupo de Pesquisa em História da Comunicação da Fabico/UFRGS realizará, no dia 19 de maio, palestra sobre o jornal alternativo Pato Macho,
que circulou em Porto Alegre em 1971. Claudio Ferlauto, autor
de livro lançado recentemente sobre o assunto, Luis Fernando Verissimo e
José Antônio Pinheiro Machado serão os palestrantes. Abaixo, mensagem
com informações e inscrições.
A página do evento no Facebook é https://www.facebook.com/events/1056184374450013/
* Histórico Pato Macho
"O Pato Macho foi um jornal alternativo, que circulou em Porto
Alegre no ano de 1971, com apenas 15 edições. Dentre os periódicos que
compuseram o movimento alternativo no Rio Grande do Sul, foi o único com
viés humorístico. Inspirado no cultuado O
Pasquim, fez graça do marasmo cultural da capital gaúcha e de seu
provincianismo durante o período mais duro do regime militar. Reuniu uma
equipe de talentosos cronistas, ilustradores, chargistas, designers e
jornalistas, que, à época, recém iniciavam suas
carreiras. Foi submetido à censura prévia desde sua terceira edição."
Trazer à tona as experiências de profissionais que abraçaram a aventura do Pato
é lembrar de um capítulo importante da história da comunicação no Rio
Grande do Sul e no Brasil. É sublinhar a relevância de um movimento de
jornais nanicos, a maioria de
vida efêmera, mas que constituíram uma alternativa ao discurso da grande
imprensa.
Imagem e fonte: Fabico.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
Palestra sobre direitos autorais na Unisc
Nesta quinta-feira, 1º de outubro, a partir das 14 horas, acontecerá a
palestra “Direitos Autorais: na Universidade e na Empresa”, na sala
5328 – Bloco 53 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O evento
abordará temas como direitos autorais na atualidade e impacto das novas
tecnologias nos direitos autorais. O palestrante será Milton Lucídio
Leão Barcellos, advogado especialista em Direito Internacional pela
UFRGS, mestre e doutor em Direito pela PUCRS e ex-presidente e membro da
Comissão de Propriedade Intelectual da OAB/RS.
A atividade é gratuita, aberta para alunos, professores e comunidade
em geral. Não é necessária inscrição prévia para participar. Mais
informações pelo e-mail nitt@unisc.br ou pelo telefone (51) 3717-7516.
Ciclo ABRP para Gestão de Negócios
A ABRP RS/SC está cada vez mais buscando qualificar os profissionais da área de comunicação social e afins.
Pensando em todas
as abordagens a serem desenvolvidas durante o ano, surge a necessidade
de se aperfeiçoar como empresa, prestador de serviço ou até mesmo MEI.
Por isso a ABRP Convida para:
Para mais informações, acesse: http://goo.gl/9dhxFj
Inscrições online: http://goo.gl/9dhxFj
Editora da ZH fala para acadêmicos de Comunicação
“Uma conversa sobre Jornalismo”. Este foi o tema do bate-papo entre a
jornalista Débora Pradella Pires, editora de esportes da plataforma
digital e de Olimpíada da Zero Hora, e os alunos do Curso de Comunicação
Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O evento ocorreu
hoje pela manhã, na sala 101 da instituição.
A profissional apresentou dados sobre a Zero Hora, indicando o número
de assinantes do jornal impresso, bem como dos meios digitais (site,
mobile e app), além de contar de que forma as redes sociais influenciam
no processo produtivo do jornal. Débora conta que após saber o que os
leitores gostam, é moldado o conteúdo que será publicado e definido o
horário de divulgação. “A Zero Hora faz um relatório sobre a audiência
do dia anterior, e então são definidas várias pautas”.
Segundo Débora Pradella, a Zero Hora tem um foco especial aos times
da dupla gre-nal. Conforme a jornalista, as pessoas investem e gostam de
ler sobre o assunto. “Há, sim, outros esportes, mas focamos em alguma
coisa. Não adianta produzir tudo e não ser referência em nada. Focamos
90% no Grêmio e no Inter e somos referência”, ressalta.
Ao falar sobre a apuração das notícias, a editora diz que o repórter
precisa confiar na fonte e o editor no repórter. “Muitas fontes só falam
em off, o que não é ideal, mas é válido. Preservar a fonte é
essencial”. Segundo Débora, o “furo” entra antes no digital e no
impresso é apenas aprofundado. “Não tem essa de guardar para amanhã”,
afirma.
Trocas - Durante o evento, professores e alunos
fizeram questionamentos e tiraram suas dúvidas em relação ao
funcionamento da redação da Zero Hora e de outros veículos do Grupo RBS.
Segundo a acadêmica Pâmela Caporalli, o bate-papo foi muito
interessante e rico em informações. “Nos dias atuais é imprescindível o
profissional da área ser multimídia. Nossa sorte é que já nascemos na
chamada era digital. Independente da área de atuação, precisamos ‘abrir
as caixinhas’ e produzir material para as mais diversas plataformas”.
A professora Mirela Hoeltz conta que considera importante a
aproximação das empresas com as instituições de ensino no que diz
respeito à integração dos profissionais com os acadêmicos. “Nota-se o
empenho da ZH e da palestrante na apresentação dos dados de consumo e
rotinas produtivas. Os acadêmicos que participam destas oportunidades
terão subsídios para discussões em sala de aula”, enfatiza.
O roteiro de visitas dos profissionais de Zero Hora às universidades
segue. No total, 25 instituições receberão repórteres, editores,
fotógrafos e designers da empresa.
Confira, aqui, a entrevista que Débora Pradella concedeu à equipe da Agência A4.
Zero Hora retoma agenda de palestras em faculdades de Jornalismo gaúchas
A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) já tem confirmado o nome
da convidada para a 7ª edição do evento Palestras ZH, que leva
repórteres, editores, fotógrafos e designers de Zero Hora para um
bate-papo com acadêmicos todos os anos. A editora de Esportes Débora
Pradella foi escolhida e palestrará na sala 101, a partir das 8
horas do dia 6 de maio.
Além da Unisc, outras 24 insituições de Ensino Superior do Rio Grande
do Sul também receberão jornalistas da ZH durante o mês de aniversário
do veículo, que em 4 de maio de 2015 completará 51 anos.
Em 2014, quem conversou com os acadêmicos da Unisc foi FêCris
Vasconcellos, editora de Entretenimento e Vida e Estilo. Ela falou sobre
as mudanças editoriais da Zero Hora e exigências do leitor, salientando
que o jornalismo não está morrendo, só está mudando.
Rafael Rezende será o palestrante da aula inaugural 2015/1
Rafael Rezende está se formando em Publicidade pela Escola de
Comunicação da UFRJ, mas não quer passar a vida fazendo as pessoas
comprarem coisas. Na universidade, fez parte da organização do TEDxUFRJ e
co-fundou o Laboratório de Ativismo e Comunicação. Trabalha na Rede Meu
Rio desde dezembro de 2011, quando entrou como voluntário de
mobilização, trabalhou com funções ligadas à comunicação e estratégias
de mobilização e coordenação de voluntários. Hoje é Coordenador de
Replicação do modelo da rede em outras cidades do Brasil e do mundo,
fazendo parte da equipe da Rede Nossas Cidades, uma rede que acredita
que construiremos cidades melhores com cidadãos mais conectados e
mobilizados.
No dia 9 de março, Rafael irá palestrar sobre a temática "Comunicação para transformar o mundo - começando pelas cidades". A aula inaugural iniciará as 19h, no Anfiteatro do Bloco 18.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Palestra do Dia Nacional da Consciência Negra acontece na próxima quinta
No próximo dia 20 de
novembro, quinta-feira, marcando a passagem do Dia Nacional da Consciência
Negra, terá aqui na Universidade a palestra “História da África: desafios e
perspectivas do ensino brasileiro”, com a historiadora, autora do livro
“História da África e dos Afrodescendentes no Brasil - Nzinga Mbandi” (Rígel,
2012), Priscila Maria Weber. A mediação será do professor do Departamento
de História e Geografia da Instituição, Carlos Gilberto Pereira Dias.
O encontro é aberto a
todas as pessoas interessadas e se inicia às 19h15, na sala 101, campus da
UNISC em Santa Cruz do Sul. As inscrições podem ser feitas gratuitamente no
local. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail proext@unisc.br ou pelo
telefone (51) 3717-7320.
A realização é da
Pró-Reitoria de Extensão e Relações Comunitárias (PROEXT), do
Diretório Acadêmico do Curso de História (DA Rosa Luxemburgo), do Diretório Central
de Estudantes (DCE), do Curso de História da Unisc e do Grupo de Trabalho pela
Promoção da Comunidade Negra em Santa Cruz do Sul (GT-AfroSCS).
Conforme está na
divulgação do portal da UNISC, o Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado
em 20 de novembro no Brasil, dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na
sociedade brasileira. Está instituído no país desde 2003, através da Lei
Federal nº 10.639. Em vários municípios é feriado oficial. A data foi
escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um
dos líderes da resistência negra à escravidão, que veio a ser abolida no Brasil
em 1888, após cerca de 340 anos de exploração do trabalho e tutela da liberdade
de africanos e afrodescendentes.
Ói Nóis Aqui Traveiz leva o projeto Teatro e Memória a Santa Cruz
De 30 de outubro a 02 de novembro a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui traveiz estará realizando uma residência artística na cidade de Santa Cruz através do projeto “Teatro e Memória – 50 anos do Golpe Militar”. Durante 4 dias o grupo compartilha com a cidade uma programação cultural que prevê: workshop, palestra, desmontagem, performance, filme e apresentação do premiado espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”.
O projeto “Teatro e Memória
– 50 anos do Golpe Militar”, foi contemplado pelo edital “Desenvolvimento da
Economia da Cultura Pró-cultura RS - FAC" da Secretaria de Estado da
Cultura, e ao todo irá percorrer 8 cidades de diferentes regiões do Rio Grande
do Sul.
Toda a programação tem
entrada franca. A residência artística do grupo na cidade conta com o apoio do
Espaço Camarim, da Escola de Samba Acadêmicos do União e do Ponto de Cultura
Águia Agito.
Confira o cronograma
completo das atividades:
30 e 31/10 - 14h ás
17h – Workshop
“Vivência
com o Ói Nóis Aqui Traviez”
Companhia
de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
*Inscrições pelo telefone (51) 9145 5555 e 3713 1080
30/10 - 20h –
Palestra
“A Censura no Teatro Brasileiro Durante a Ditadura Militar”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
“A Censura no Teatro Brasileiro Durante a Ditadura Militar”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
31/10 – 20h -
Desmontagem
“Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência”
por Tânia Farias
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
“Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência”
por Tânia Farias
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
01/11 – 12h - Performance
“Onde?
Ação nº2”
Praça
Getúlio Vargas – Centro
01/11 – 20h - Filme
“Viúvas - Performance Sobre a Ausência”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
“Viúvas - Performance Sobre a Ausência”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
02/11 – 17h -
Espetáculo de Teatro de Rua
“O Amargo Santo da Purificação”
Rua Amazonas, ao lado do campo de futebol – Território da Paz – Bairro Bom Jesus
Rua Amazonas, ao lado do campo de futebol – Território da Paz – Bairro Bom Jesus
Teatro e Memória – 50
anos do Golpe Militar
O
Golpe civil militar de 1964 que massacrou o povo brasileiro está completando 50
anos. Foram 21 anos de ditadura e terrorismo de Estado com cassações, prisões,
banimentos, torturas, assassinatos e “desaparecimentos”. O regime ditatorial
ampliou a concentração da terra, incentivou a monopolização da economia,
concentrou a renda, atrelou o país ao grande capital internacional e produziu
uma forte estrutura jurídico-autoritária que está aí até hoje. A ditadura foi
fruto de um sistema de exploração e de opressão que, enquanto não for
definitivamente superado, causará a infelicidade da nação. A Tribo de Atuadores
Ói Nóis Aqui Traveiz traz através do Teatro a reflexão sobre o que foram
aqueles anos de ditadura no Brasil. Por meio da realização de apresentações de
teatro de rua, performances, palestras, oficinas e demonstrações técnicas, o Ói
Nóis Aqui Traveiz promove o debate político e estético, visando à formação de
uma consciência crítica e sócio-política, uma exigência para a ideia de
“exercício da cidadania”.
WORKSHOP – VIVÊNCIA
COM A TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ
O
workshop Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz consiste em um
encontro coordenado pelos atuadores do grupo, que investiga o movimento e a voz
para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço teatral. A ênfase é
colocada na corporalidade do ator (como forma de perceber o próprio corpo) e na
contracenação ( para perceber o outro). A vivência vai intensificar a dinâmica
teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização,
musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de
inter-relacionamento dramático.
PALESTRA – A CENSURA
NO TEATRO BRASILEIRO DURANTE A DITADURA MILITAR
A
palestra aborda um dos piores momentos da história do teatro brasileiro, devido
à repressão e à censura exercidas pelo regime autoritário. No período da
ditadura, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial
dois grupos, o Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e o
Arena, em torno de Augusto Boal, que se dedicaram a criar uma dramaturgia
brasileira e uma nova formação do ator. Extremamente engajados, e invocando o
teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht como nome tutelar, marcariam a
história do teatro no país. Essa situação só piorou após a promulgação do Ato
Institucional Nº 5 (AI-5) em 1968, que deflagrou o terror de Estado e
exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura
jamais havido no país.
DESMONTAGEM: EVOCANDO
OS MORTOS – POÉTICAS DA EXPERIÊNCIA
A
desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência refaz o caminho do
ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea.
Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra
a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o
trabalho de criação do grupo. Desvelando os processos de criação de diferentes
personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atuadora Tânia Farias deixa ver
quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui
Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória
corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma
espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de
fazer teatro nos dias de hoje.
PERFORMANCE – ONDE?
AÇÃO Nº 2
A
performance Onde? Ação nº2 de forma poética provoca reflexões sobre o nosso
passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação
performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o
Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas
desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos
mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos
responsáveis. A proposta deste trabalho é trazer a reflexão sobre o que foram
aqueles anos da Ditadura Militar no Brasil, a partir do teatro como um ato de
resistência. A performance visa atualizar o debate sobre as implicações e
consequências deste episódio para a história nacional.
FILME – VIÚVAS
PERFORMANCE SOBRE A AUSÊNCIA
O
filme “Viúvas Performance Sobre a Ausência” mostra a encenação homônima
realizada na Ilha do Presídio - situada entre as cidades de Porto Alegre e
Guaíba - nas ruínas do presídio onde foram encarcerados presos políticos no
período da ditadura civil militar no Brasil. Partindo do texto Viúvas de Ariel
Dorfman e Tony Kushner, a Tribo dá continuidade à sua investigação da cena
ritual, dentro da vertente do Teatro de Vivência. Viúvas mostra mulheres que
lutam pelo direito de saber onde estão os homens que desapareceram ou foram
mortos pela ditadura civil militar que se instalou em seu país. É uma alegoria
sobre o que aconteceu nas últimas décadas na América Latina, e a necessidade de
manter viva a memória deste tempo de horror, para que não volte mais a
acontecer.
TEATRO DE RUA – O
AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO
O
Amargo Santo da Purificação é uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e
morte do revolucionário Carlos Marighella. Marighella viveu e morreu durante
períodos críticos da história contemporânea do Brasil, sendo protagonista na
luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar. A dramaturgia
elaborada pelo Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos
Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa.
Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira
e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do rituacom o teatro
dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para
as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do
povo brasileiro.
Tribo de Atuadores Ói
Nóis Aqui Traveiz
36 Anos de Utopia,
Paixão e Resistência
A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em
1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. Durante esses
anos criou uma estética pessoal, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical,
plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos
teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Não se limitando à sala de
espetáculos, desenvolveu uma linguagem própria de teatro de rua, além de
trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade local. Abriu um novo espaço
para a pesquisa cênica - a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz,
que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas
abertas e gratuitas para a população.
A
organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das
atividades teatrais, como na manutenção do espaço. O Ói Nóis Aqui Traveiz segue
uma evolução contínua e constitui um processo aberto para novos participantes.
Para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz o teatro é instrumento de
desvelamento e análise da realidade; a sua função é social: contribuir para o
conhecimento dos homens e ao aprimoramento da sua condição.
Num
mundo marcado pela exclusão, marginalização, pela homogeneização, pelo
pensamento único, enfim, pela desumanização e pela barbárie, cada vez mais é
vital e necessário denunciar a injustiça, as vendas de opinião, o
autoritarismo, a mediocridade e a falta de memória. Esta é a defesa que o Ói
Nóis faz o teatro como resistência e manutenção de valores fundamentais que
diferenciam uns de outros: a solidariedade, a honestidade pessoal e a
liberdade.
Fazendo
um teatro a serviço da arte e da política, que não se enquadra nos padrões da
ética e da estética de mercado. O teatro como um modo de vida e veículo de
idéias: um teatro que não comenta a vida, mas participa dela!
Convite para palestra
No dia 22 de outubro, às 19 horas, ocorre a
palestra “Estratégias para Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil na Fumicultura: A Experiência do Programa
ARISE-(Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo Suporte da Educação)”. O
evento é uma parceria entre a UNISC e OIT (Organização Internacional do
Trabalho).
O evento está aberto aos professores e alunos
da instituição e será na sala 101.
Palestra com Sátira Machado promove debate entre alunos
Discutir
a questão da igualdade, a reprodução de estereótipos e a moldagem de um novo
olhar. Foram esses os objetivos norteadores da palestra “Gênero, Raça/Etnia na
Mídia”, realizada ontem, 25, a partir das 19h, no anfiteatro do bloco 18, da
Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Ao abrir os trabalhos, o coordenador
do Curso de Comunicação Social da Unisc, Hélio Afonso Etges, deu as boas vindas
à palestrante, a professora doutora em Comunicação e jornalista Sátira Pereira
Machado, e incentivou os alunos a pensar o meio que vivem. “É um contexto de
olharmos para dentro do nosso contexto”, assinalou.
Além de promover debates sobre racismo e sexismo, Sátira
aproveitou a palestra para apresentar o projeto “Gênero, Raça/Etnia na mídia: promovendo
a autonomia e enfrentando a violência por uma comunicação pública e plural”,
que está sendo aplicado em universidades de nove regiões do Rio Grande do Sul,
assim como foi reeditado nessa ocasião. A palestrante disse que o motivo da
discussão ser em torno dos preconceitos apresentados na mídia é devido ao
grande poder de divulgação e disseminação de informação da mesma. Também
enfatizou que é responsabilidade do comunicador fazer uma comunicação
pluralizada.
Sátira
expôs ao público dados históricos e vivências, comprovando como o racismo, a
homofobia e o machismo estão inseridos no íntimo de todas as pessoas. Segundo a
jornalista, a libertação desses pensamentos leva algum tempo e, também, estudo
e dedicação. A cultura patriarcal criada pela sociedade, de acordo com Sátira,
naturaliza a opressão, desqualifica mulheres e negros e insere relações de
violência. “Aprendemos a diferença de forma estereotipada e é mais interior do
que a gente imagina. O importante é estarmos abertos a tentar não pensar de
forma segregada”, falou.
Os
participantes fizeram perguntas, debateram e deram pareceres sobre experiências
próprias. A palestrante elogiou a postura dos estudantes, mencionando a
humanidade presente nos depoimentos e críticas. Conforme o assessor de relações
comunitárias da Pró-Reitoria de Extensão da Unisc, Iuri Azeredo, a participação
do público, apesar de não ser tão numerosa, foi muito boa, pois prestigiaram a
atividade até o fim. Azeredo ainda fez referência à postura de Sátira ao
conduzir o debate e inserir questionamentos para reflexão dos alunos. “Ela é
bastante aberta, bastante tolerante. É muito positivo para fazer as pessoas
pensarem e não se afastarem da discussão”, pontuou.
O
resultado do projeto deverá ser a elaboração de um Guia para jornalistas e
comunicadores sobre Gênero, Raça e Etnia. Também está previsto um livro e uma
campanha para TV e rádio. A realização do evento foi de responsabilidade da
Unisc, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/RS),
Secretaria de Comunicação, a Fundação Cultural Piratini – TVE e FM Cultura, a
Rede Escola de Governo (FDRH), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio
Grande do Sul e a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.
Texto e fotos: Agência Experimental de Comunicação A4
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Palestra sobre o projeto "Gênero e Raça/Etnia na Mídia" acontece na próxima quinta-feira
Acontece nesta
quinta-feira, dia 25, a palestra sobre o projeto “Gênero Raça/Etnia na
Mídia: promovendo a autonomia e enfrentando a violência contra a mulher, por
uma comunicação pública e plural”, que tem o objetivo de fomentar o direito
à comunicação e a cidadania comunicativa, promovendo uma cultura igualitária,
democrática e não reprodutora de estereótipos de gênero, raça/etnia, orientação
sexual e ou geracional nos meios de comunicação e que pretende ampliar a
visibilidade da contribuição das mulheres negras, indígenas, ciganas, idosas, jovens
entre outras, para o desenvolvimento integral da sociedade gaúcha e brasileira.
Informações sobre a palestra em Santa Cruz do Sul na imagem.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Sheron Neves, da escola de criação da ESPM, irá palestrar na Unisc
Dia 26 de setembro,
sexta-feira, acontece a palestra “Muito além do viral: o storytelling e o universo da marca”, ministrada por Sheron Neves.
A palestrante é formada em
Publicidade e possui pós-graduação em Marketing, com uma experiência de dez
anos na área. Trabalhou no mercado gaúcho e nacional, em empresas como RBS,
Grendene e Dell. Realizou mestrado em History
of Film and TV e é doutoranda em Media
Studies (ambos pela Birkbeck, University of London). Atualmente é colunista
da Escola de Criação da ESPM Sul e professora do curso de Storytelling e Transmídia para Marcas.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Semana acadêmica do curso de Turismo promove palestra sobre megaeventos
O Curso de Turismo,
da Universidade de Santa Cruz do Sul, convida a todos para participar do XVII
SEATUR – semana acadêmica do Curso de Turismo, a ser realizado de 16 a 18 de
setembro, às 19h15min na sala 5328, bloco 53.
A semana acadêmica contará com uma palestra sobre megaeventos, intitulada “Impactos de megaeventos como a Copa do Mundo para o Rio Grande do Sul e o Brasil”, ministrada por Aleco Mendes. O palestrante é jornalista com especialização em Gestão do Esporte pela UNISC. Atuou na Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo, na qual fez parte da equipe organizadora do megaevento e da coordenação do Caminho do Gol e da Fifa Fan Fest, e também atuou na área de comunicação, marketing e eventos do Sport Club Internacional por 8 anos.
O encontro será no
dia 18 de setembro, a partir das 19h15min na sala 5328.
Abaixo, confira as
duas outras palestras que fazem parte da programação:
16 de setembro – “Turismo com Sustentabilidade”.
16 de setembro – “Turismo com Sustentabilidade”.
Palestrante: Samuel
da Silveira – Diretor do Vila Ventura Hotéis LTDA, o qual hospedou a seleção do
Equador durante a Copa do Mundo.
Tema amplo, tratando
do processo construtivo, ambiental, social e da experiência da Copa do Mundo.
17 de setembro –
“Planejamento Turístico: tendências, oportunidades e desafios da gestão pública
e do turismólogo”.
Palestrante: Sidnei
Pfau – Turismólogo e coordenador de projetos turísticos na Secretaria de
Governança e Desenvolvimento Integrado da Prefeitura de Gramado. Tema na área
de planejamento, gestão e desenvolvimento - captação de recursos para projetos
turísticos e desenvolvimento de políticas públicas de fomento a atividade: o
caso de Gramado.



















