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REALIDADES ALTERNATIVAS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA


Dia 24 de novembro, às 19:30, na sala 101 do bloco 1, acontece a palestra Realidades alternativas em computação gráfica, por Cássio Braga, responsável pela área de 3D da agência Miagui, de Porto Alegre.

"A nossa forma de comunicar esta mudando, e vai mudar exponencialmente nos próximos anos. As tecnologias de computação gráfica estão cada vez mais avançadas e estão assumindo o protagonismo frente os novos desafios da produção de conteúdo visual. A Miagui é um estúdio pioneiro nesse mercado e vem desenvolvendo metodologias disruptivas associando tecnologia, comunicação e arte. Trabalhando para clientes nacionais e internacionais há 6 anos, a Miagui atende clientes como Honda, Brastemp, Nike, Casas Bahia, Nissan, entre outros."


O encontro será aberto a todos os interessados.

Evento da AAII aborda a cultura do Canadá




A Assessoria para Assuntos Internacionais e Interinstitucionais da UNISC divulga e convida a todos os alunos da Universidade para participar da palestra “Canadá, viva esta experiência!”. 

A palestra será no dia 04 de maio a partir das 18h na sala 101 bloco 1 da UNISC - Campus Santa Cruz do Sul. 

A palestra abordará: informações oficiais do Canadá; sistema de educação no país; intercâmbios; ofertas de estudo e turismo do país. 

Haverá participação do Consulado do Canadá de Porto Alegre e da Concordia University of Edmonton, Canadá, instituição com a qual a UNISC possui convênio de cooperação desde 2012. Além disso, haverá a presença das agências Matte Viagens e Free Way Intercâmbio que ofertarão alguns snacks aos participantes.

Venha saber as oportunidades que o Canadá pode lhe oferecer!

Fonte: AAII Unisc

Palestra na Fabico - Pato Macho




         O Grupo de Pesquisa em História da Comunicação da Fabico/UFRGS realizará, no dia 19 de maio, palestra sobre o jornal alternativo Pato Macho, que circulou em Porto Alegre em 1971. Claudio Ferlauto, autor de livro lançado recentemente sobre o assunto, Luis Fernando Verissimo e José Antônio Pinheiro Machado serão os palestrantes. Abaixo, mensagem com informações e inscrições.
   A página do evento no Facebook é https://www.facebook.com/events/1056184374450013/


* Histórico Pato Macho  



        "O Pato Macho foi um jornal alternativo, que circulou em Porto Alegre no ano de 1971, com apenas 15 edições. Dentre os periódicos que compuseram o movimento alternativo no Rio Grande do Sul, foi o único com viés humorístico. Inspirado no cultuado O Pasquim, fez graça do marasmo cultural da capital gaúcha e de seu provincianismo durante o período mais duro do regime militar. Reuniu uma equipe de talentosos cronistas, ilustradores, chargistas, designers e jornalistas, que, à época, recém iniciavam suas carreiras. Foi submetido à censura prévia desde sua terceira edição."
      Trazer à tona as experiências de profissionais que abraçaram a aventura do Pato é lembrar de um capítulo importante da história da comunicação no Rio Grande do Sul e no Brasil. É sublinhar a relevância de um movimento de jornais nanicos, a maioria de vida efêmera, mas que constituíram uma alternativa ao discurso da grande imprensa.
Imagem e fonte: Fabico.
 
quarta-feira, 27 de abril de 2016

Monografia


terça-feira, 29 de março de 2016

Palestra com Moacir Rauber acontece dia 28

Dia 28 de outubro, quarta-feira, acontece no teatro do colégio Mauá a palestra com o ex atleta paralímpico Moacir Rauber, que irá trazer para a cidade uma "aula" sobre empreendedorismo. O evento começará a partir das 19h30. Veja, na imagem abaixo, mais informações sobre o palestrante:




sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Palestra sobre direitos autorais na Unisc

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, a partir das 14 horas, acontecerá a palestra “Direitos Autorais: na Universidade e na Empresa”, na sala 5328 – Bloco 53 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O evento abordará temas como direitos autorais na atualidade e impacto das novas tecnologias nos direitos autorais. O palestrante será Milton Lucídio Leão Barcellos, advogado especialista em Direito Internacional pela UFRGS, mestre e doutor em Direito pela PUCRS e ex-presidente e membro da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB/RS.

A atividade é gratuita, aberta para alunos, professores e comunidade em geral. Não é necessária inscrição prévia para participar. Mais informações pelo e-mail nitt@unisc.br ou pelo telefone (51) 3717-7516.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Palestra sobre Produção Criativa acontece dia 6 de julho, em Viamão

Informações na imagem.


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Ciclo ABRP para Gestão de Negócios


A ABRP RS/SC está cada vez mais buscando qualificar os profissionais da área de comunicação social e afins.

Pensando em todas as abordagens a serem desenvolvidas durante o ano, surge a necessidade de se aperfeiçoar como empresa, prestador de serviço ou até mesmo MEI.

Por isso a ABRP Convida para:
 
 
Para mais  informações, acesse: http://goo.gl/9dhxFj
Inscrições online: http://goo.gl/9dhxFj
 
terça-feira, 2 de junho de 2015

Editora da ZH fala para acadêmicos de Comunicação

“Uma conversa sobre Jornalismo”. Este foi o tema do bate-papo entre a jornalista Débora Pradella Pires, editora de esportes da plataforma digital e de Olimpíada da Zero Hora, e os alunos do Curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O evento ocorreu hoje pela manhã, na sala 101 da instituição.

A profissional apresentou dados sobre a Zero Hora, indicando o número de assinantes do jornal impresso, bem como dos meios digitais (site, mobile e app), além de contar de que forma as redes sociais influenciam no processo produtivo do jornal. Débora conta que após saber o que os leitores gostam, é moldado o conteúdo que será publicado e definido o horário de divulgação. “A Zero Hora faz um relatório sobre a audiência do dia anterior, e então são definidas várias pautas”.

Segundo Débora Pradella, a Zero Hora tem um foco especial aos times da dupla gre-nal. Conforme a jornalista, as pessoas investem e gostam de ler sobre o assunto. “Há, sim, outros esportes, mas focamos em alguma coisa. Não adianta produzir tudo e não ser referência em nada. Focamos 90% no Grêmio e no Inter e somos referência”, ressalta.
Ao falar sobre a apuração das notícias, a editora diz que o repórter precisa confiar na fonte e o editor no repórter. “Muitas fontes só falam em off, o que não é ideal, mas é válido. Preservar a fonte é essencial”. Segundo Débora, o “furo” entra antes no digital e no impresso é apenas aprofundado. “Não tem essa de guardar para amanhã”, afirma.

Trocas - Durante o evento, professores e alunos fizeram questionamentos e tiraram suas dúvidas em relação ao funcionamento da redação da Zero Hora e de outros veículos do Grupo RBS. Segundo a acadêmica Pâmela Caporalli, o bate-papo foi muito interessante e rico em informações. “Nos dias atuais é imprescindível o profissional da área ser multimídia. Nossa sorte é que já nascemos na chamada era digital. Independente da área de atuação, precisamos ‘abrir as caixinhas’ e produzir material para as mais diversas plataformas”.

A professora Mirela Hoeltz conta que considera importante a aproximação das empresas com as instituições de ensino no que diz respeito à integração dos profissionais com os acadêmicos. “Nota-se o empenho da ZH e da palestrante na apresentação dos dados de consumo e rotinas produtivas. Os acadêmicos que participam destas oportunidades terão subsídios para discussões em sala de aula”, enfatiza.
O roteiro de visitas dos profissionais de Zero Hora às universidades segue. No total,  25 instituições  receberão repórteres, editores, fotógrafos e designers da empresa.

Confira, aqui, a entrevista que Débora Pradella concedeu à equipe da Agência A4.



 Texto e fotos: Agência Experimental de Comunicação A4
quarta-feira, 6 de maio de 2015

Zero Hora retoma agenda de palestras em faculdades de Jornalismo gaúchas

A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) já tem confirmado o nome da convidada para a 7ª edição do evento Palestras ZH, que leva repórteres, editores, fotógrafos e designers de Zero Hora para um bate-papo com acadêmicos todos os anos. A editora de Esportes Débora Pradella foi escolhida e palestrará na sala 101, a partir das 8 horas do dia 6 de maio.

Além da Unisc, outras 24 insituições de Ensino Superior do Rio Grande do Sul também receberão jornalistas da ZH durante o mês de aniversário do veículo, que em 4 de maio de 2015 completará 51 anos.

Em 2014, quem conversou com os acadêmicos da Unisc foi FêCris Vasconcellos, editora de Entretenimento e Vida e Estilo. Ela falou sobre as mudanças editoriais da Zero Hora e exigências do leitor, salientando que o jornalismo não está morrendo, só está mudando.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

Rafael Rezende será o palestrante da aula inaugural 2015/1

Rafael Rezende está se formando em Publicidade pela Escola de Comunicação da UFRJ, mas não quer passar a vida fazendo as pessoas comprarem coisas. Na universidade, fez parte da organização do TEDxUFRJ e co-fundou o Laboratório de Ativismo e Comunicação. Trabalha na Rede Meu Rio desde dezembro de 2011, quando entrou como voluntário de mobilização, trabalhou com funções ligadas à comunicação e estratégias de mobilização e coordenação de voluntários. Hoje é Coordenador de Replicação do modelo da rede em outras cidades do Brasil e do mundo, fazendo parte da equipe da Rede Nossas Cidades, uma rede que acredita que construiremos cidades melhores com cidadãos mais conectados e mobilizados.

No dia 9 de março, Rafael irá palestrar sobre a temática "Comunicação para transformar o mundo - começando pelas cidades". A aula inaugural iniciará as 19h, no Anfiteatro do Bloco 18.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Palestra "Como os RP's podem ser empreendedores" acontece dia 2 de dezembro

Em comemoração aos 100 anos de Relações Públicas no Brasil, o curso de Comunicação Social está promovendo a palestra "Como os RP's podem ser empreendedores", que será realizada no dia 2 de dezembro, às 19h na sede Adunisc.

 Mais nformações na imagem.


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Palestra do Dia Nacional da Consciência Negra acontece na próxima quinta

No próximo dia 20 de novembro, quinta-feira, marcando a passagem do Dia Nacional da Consciência Negra, terá aqui na Universidade a palestra “História da África: desafios e perspectivas do ensino brasileiro”, com a historiadora, autora do livro “História da África e dos Afrodescendentes no Brasil - Nzinga Mbandi” (Rígel, 2012),  Priscila Maria Weber. A mediação será do professor do Departamento de História e Geografia da Instituição, Carlos Gilberto Pereira Dias.

O encontro é aberto a todas as pessoas interessadas e se inicia às 19h15, na sala 101, campus da UNISC em Santa Cruz do Sul. As inscrições podem ser feitas gratuitamente no local. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail proext@unisc.br ou pelo telefone (51) 3717-7320.

A realização é da Pró-Reitoria de Extensão e Relações Comunitárias (PROEXT), do Diretório Acadêmico do Curso de História (DA Rosa Luxemburgo), do Diretório Central de Estudantes (DCE), do Curso de História da Unisc e do Grupo de Trabalho pela Promoção da Comunidade Negra em Santa Cruz do Sul (GT-AfroSCS).

Conforme está na divulgação do portal da UNISC, o Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil, dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Está instituído no país desde 2003, através da Lei Federal nº 10.639. Em vários municípios é feriado oficial. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um dos líderes da resistência negra à escravidão, que veio a ser abolida no Brasil em 1888, após cerca de 340 anos de exploração do trabalho e tutela da liberdade de africanos e afrodescendentes.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ói Nóis Aqui Traveiz leva o projeto Teatro e Memória a Santa Cruz


De 30 de outubro a 02 de novembro a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui traveiz estará realizando uma residência artística na cidade de Santa Cruz através do projeto “Teatro e Memória – 50 anos do Golpe Militar”. Durante 4 dias o grupo compartilha com a cidade uma programação cultural que prevê: workshop, palestra, desmontagem, performance, filme e apresentação do premiado espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”.
O projeto “Teatro e Memória – 50 anos do Golpe Militar”, foi contemplado pelo edital “Desenvolvimento da Economia da Cultura Pró-cultura RS - FAC" da Secretaria de Estado da Cultura, e ao todo irá percorrer 8 cidades de diferentes regiões do Rio Grande do Sul.
Toda a programação tem entrada franca. A residência artística do grupo na cidade conta com o apoio do Espaço Camarim, da Escola de Samba Acadêmicos do União e do Ponto de Cultura Águia Agito.

Confira o cronograma completo das atividades:

30 e 31/10 - 14h ás 17h – Workshop 
“Vivência com o Ói Nóis Aqui Traviez”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)
*Inscrições pelo telefone  (51) 9145 5555 e 3713 1080

30/10 - 20h – Palestra
“A Censura no Teatro Brasileiro Durante a Ditadura Militar”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)

31/10 – 20h - Desmontagem
“Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência”
por Tânia Farias
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)

01/11 – 12h - Performance
“Onde? Ação nº2”
Praça Getúlio Vargas – Centro

01/11 – 20h - Filme
“Viúvas - Performance Sobre a Ausência”
Companhia de Teatro Espaço Camarim (Rua Marechal Floriano, 332 – Centro)

02/11 – 17h - Espetáculo de Teatro de Rua 
“O Amargo Santo da Purificação”
Rua Amazonas, ao lado do campo de futebol – Território da Paz – Bairro Bom Jesus


Teatro e Memória – 50 anos do Golpe Militar
O Golpe civil militar de 1964 que massacrou o povo brasileiro está completando 50 anos. Foram 21 anos de ditadura e terrorismo de Estado com cassações, prisões, banimentos, torturas, assassinatos e “desaparecimentos”. O regime ditatorial ampliou a concentração da terra, incentivou a monopolização da economia, concentrou a renda, atrelou o país ao grande capital internacional e produziu uma forte estrutura jurídico-autoritária que está aí até hoje. A ditadura foi fruto de um sistema de exploração e de opressão que, enquanto não for definitivamente superado, causará a infelicidade da nação. A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz traz através do Teatro a reflexão sobre o que foram aqueles anos de ditadura no Brasil. Por meio da realização de apresentações de teatro de rua, performances, palestras, oficinas e demonstrações técnicas, o Ói Nóis Aqui Traveiz promove o debate político e estético, visando à formação de uma consciência crítica e sócio-política, uma exigência para a ideia de “exercício da cidadania”.

WORKSHOP – VIVÊNCIA COM A TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ
O workshop Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz consiste em um encontro coordenado pelos atuadores do grupo, que investiga o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço teatral. A ênfase é colocada na corporalidade do ator (como forma de perceber o próprio corpo) e na contracenação ( para perceber o outro). A vivência vai intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramático.

PALESTRA – A CENSURA NO TEATRO BRASILEIRO DURANTE A DITADURA MILITAR
A palestra aborda um dos piores momentos da história do teatro brasileiro, devido à repressão e à censura exercidas pelo regime autoritário. No período da ditadura, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial dois grupos, o Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e o Arena, em torno de Augusto Boal, que se dedicaram a criar uma dramaturgia brasileira e uma nova formação do ator. Extremamente engajados, e invocando o teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht como nome tutelar, marcariam a história do teatro no país. Essa situação só piorou após a promulgação do Ato Institucional Nº 5 (AI-5) em 1968, que deflagrou o terror de Estado e exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura jamais havido no país.

DESMONTAGEM: EVOCANDO OS MORTOS – POÉTICAS DA EXPERIÊNCIA
A desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo. Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atuadora Tânia Farias deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje. 

PERFORMANCE – ONDE? AÇÃO Nº 2
A performance Onde? Ação nº2 de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis. A proposta deste trabalho é trazer a reflexão sobre o que foram aqueles anos da Ditadura Militar no Brasil, a partir do teatro como um ato de resistência. A performance visa atualizar o debate sobre as implicações e consequências deste episódio para a história nacional. 

FILME – VIÚVAS PERFORMANCE SOBRE A AUSÊNCIA
O filme “Viúvas Performance Sobre a Ausência” mostra a encenação homônima realizada na Ilha do Presídio - situada entre as cidades de Porto Alegre e Guaíba - nas ruínas do presídio onde foram encarcerados presos políticos no período da ditadura civil militar no Brasil. Partindo do texto Viúvas de Ariel Dorfman e Tony Kushner, a Tribo dá continuidade à sua investigação da cena ritual, dentro da vertente do Teatro de Vivência. Viúvas mostra mulheres que lutam pelo direito de saber onde estão os homens que desapareceram ou foram mortos pela ditadura civil militar que se instalou em seu país. É uma alegoria sobre o que aconteceu nas últimas décadas na América Latina, e a necessidade de manter viva a memória deste tempo de horror, para que não volte mais a acontecer.

TEATRO DE RUA – O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO
O Amargo Santo da Purificação é uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte do revolucionário Carlos Marighella. Marighella viveu e morreu durante períodos críticos da história contemporânea do Brasil, sendo protagonista na luta contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar. A dramaturgia elaborada pelo Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do rituacom o teatro dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro.

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
36 Anos de Utopia, Paixão e Resistência
A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. Durante esses anos criou uma estética pessoal, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Não se limitando à sala de espetáculos, desenvolveu uma linguagem própria de teatro de rua, além de trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica - a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população. 
A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço. O Ói Nóis Aqui Traveiz segue uma evolução contínua e constitui um processo aberto para novos participantes. Para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz o teatro é instrumento de desvelamento e análise da realidade; a sua função é social: contribuir para o conhecimento dos homens e ao aprimoramento da sua condição.  
Num mundo marcado pela exclusão, marginalização, pela homogeneização, pelo pensamento único, enfim, pela desumanização e pela barbárie, cada vez mais é vital e necessário denunciar a injustiça, as vendas de opinião, o autoritarismo, a mediocridade e a falta de memória. Esta é a defesa que o Ói Nóis faz o teatro como resistência e manutenção de valores fundamentais que diferenciam uns de outros: a solidariedade, a honestidade pessoal e a liberdade. 
Fazendo um teatro a serviço da arte e da política, que não se enquadra nos padrões da ética e da estética de mercado. O teatro como um modo de vida e veículo de idéias: um teatro que não comenta a vida, mas participa dela!


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Convite para palestra

No dia 22 de outubro, às 19 horas, ocorre a palestra  “Estratégias para Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil na Fumicultura: A Experiência do Programa ARISE-(Alcançando a Redução do Trabalho Infantil pelo Suporte da Educação)”. O evento é uma parceria entre a UNISC e OIT (Organização Internacional do Trabalho).
 
O evento está aberto aos professores e alunos da instituição e será na sala 101.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Palestra com Sátira Machado promove debate entre alunos

Discutir a questão da igualdade, a reprodução de estereótipos e a moldagem de um novo olhar. Foram esses os objetivos norteadores da palestra “Gênero, Raça/Etnia na Mídia”, realizada ontem, 25, a partir das 19h, no anfiteatro do bloco 18, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Ao abrir os trabalhos, o coordenador do Curso de Comunicação Social da Unisc, Hélio Afonso Etges, deu as boas vindas à palestrante, a professora doutora em Comunicação e jornalista Sátira Pereira Machado, e incentivou os alunos a pensar o meio que vivem. “É um contexto de olharmos para dentro do nosso contexto”, assinalou.

Além de promover debates sobre racismo e sexismo, Sátira aproveitou a palestra para apresentar o projeto “Gênero, Raça/Etnia na mídia: promovendo a autonomia e enfrentando a violência por uma comunicação pública e plural”, que está sendo aplicado em universidades de nove regiões do Rio Grande do Sul, assim como foi reeditado nessa ocasião. A palestrante disse que o motivo da discussão ser em torno dos preconceitos apresentados na mídia é devido ao grande poder de divulgação e disseminação de informação da mesma. Também enfatizou que é responsabilidade do comunicador fazer uma comunicação pluralizada.

Sátira expôs ao público dados históricos e vivências, comprovando como o racismo, a homofobia e o machismo estão inseridos no íntimo de todas as pessoas. Segundo a jornalista, a libertação desses pensamentos leva algum tempo e, também, estudo e dedicação. A cultura patriarcal criada pela sociedade, de acordo com Sátira, naturaliza a opressão, desqualifica mulheres e negros e insere relações de violência. “Aprendemos a diferença de forma estereotipada e é mais interior do que a gente imagina. O importante é estarmos abertos a tentar não pensar de forma segregada”, falou.

Os participantes fizeram perguntas, debateram e deram pareceres sobre experiências próprias. A palestrante elogiou a postura dos estudantes, mencionando a humanidade presente nos depoimentos e críticas. Conforme o assessor de relações comunitárias da Pró-Reitoria de Extensão da Unisc, Iuri Azeredo, a participação do público, apesar de não ser tão numerosa, foi muito boa, pois prestigiaram a atividade até o fim. Azeredo ainda fez referência à postura de Sátira ao conduzir o debate e inserir questionamentos para reflexão dos alunos. “Ela é bastante aberta, bastante tolerante. É muito positivo para fazer as pessoas pensarem e não se afastarem da discussão”, pontuou.

O resultado do projeto deverá ser a elaboração de um Guia para jornalistas e comunicadores sobre Gênero, Raça e Etnia. Também está previsto um livro e uma campanha para TV e rádio. A realização do evento foi de responsabilidade da Unisc, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/RS), Secretaria de Comunicação, a Fundação Cultural Piratini – TVE e FM Cultura, a Rede Escola de Governo (FDRH), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul e a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres.





 Texto e fotos: Agência Experimental de Comunicação A4
sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Palestra sobre o projeto "Gênero e Raça/Etnia na Mídia" acontece na próxima quinta-feira



Acontece nesta quinta-feira, dia 25, a palestra sobre o projeto “Gênero Raça/Etnia na Mídia: promovendo a autonomia e enfrentando a violência contra a mulher, por uma comunicação pública e plural”, que tem o objetivo de fomentar o direito à comunicação e a cidadania comunicativa, promovendo uma cultura igualitária, democrática e não reprodutora de estereótipos de gênero, raça/etnia, orientação sexual e ou geracional nos meios de comunicação e que pretende ampliar a visibilidade da contribuição das mulheres negras, indígenas, ciganas, idosas, jovens entre outras, para o desenvolvimento integral da sociedade gaúcha e brasileira.

Informações sobre a palestra em Santa Cruz do Sul na imagem.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sheron Neves, da escola de criação da ESPM, irá palestrar na Unisc

Dia 26 de setembro, sexta-feira, acontece a palestra “Muito além do viral: o storytelling e o universo da marca”, ministrada por Sheron Neves.

A palestrante é formada em Publicidade e possui pós-graduação em Marketing, com uma experiência de dez anos na área. Trabalhou no mercado gaúcho e nacional, em empresas como RBS, Grendene e Dell. Realizou mestrado em History of Film and TV e é doutoranda em Media Studies (ambos pela Birkbeck, University of London). Atualmente é colunista da Escola de Criação da ESPM Sul e professora do curso de Storytelling e Transmídia para Marcas.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Semana acadêmica do curso de Turismo promove palestra sobre megaeventos

O Curso de Turismo, da Universidade de Santa Cruz do Sul, convida a todos para participar do XVII SEATUR – semana acadêmica do Curso de Turismo, a ser realizado de 16 a 18 de setembro, às 19h15min na sala 5328, bloco 53.

A semana acadêmica contará com uma palestra sobre megaeventos, intitulada “Impactos de megaeventos como a Copa do Mundo para o Rio Grande do Sul e o Brasil”, ministrada por Aleco Mendes. O palestrante é jornalista com especialização em Gestão do Esporte pela UNISC. Atuou na Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo, na qual fez parte da equipe organizadora do megaevento e da coordenação do Caminho do Gol e da Fifa Fan Fest, e também atuou na área de comunicação, marketing e eventos do Sport Club Internacional por 8 anos.

O encontro será no dia 18 de setembro, a partir das 19h15min na sala 5328.

Abaixo, confira as duas outras palestras que fazem parte da programação:

16 de setembro – “Turismo com Sustentabilidade”.
Palestrante: Samuel da Silveira – Diretor do Vila Ventura Hotéis LTDA, o qual hospedou a seleção do Equador durante a Copa do Mundo.
Tema amplo, tratando do processo construtivo, ambiental, social e da experiência da Copa do Mundo.

17 de setembro – “Planejamento Turístico: tendências, oportunidades e desafios da gestão pública e do turismólogo”.
Palestrante: Sidnei Pfau – Turismólogo e coordenador de projetos turísticos na Secretaria de Governança e Desenvolvimento Integrado da Prefeitura de Gramado. Tema na área de planejamento, gestão e desenvolvimento - captação de recursos para projetos turísticos e desenvolvimento de políticas públicas de fomento a atividade: o caso de Gramado.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Quem somos

Espaço de caráter convergente, multimidiático e interdisciplinar para divulgação das atividades realizadas por professores e alunos do Curso de Comunicação Social da Unisc, dentro e fora das salas de aulas. Todos são bem-vindos.

Contato

Departamento de Comunicação Social
Bloco 16 - Sala 1612
Fone/Fax: 3717-7383 - Coord.: 3717-7536
csocial@unisc.br
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