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Diretora da HappyHouse Brasil palestrou na última sexta-feira


Fundadora da primeira agência de endomarketing do Brasil, Analisa de Medeiros Brum palestrou na noite desta sexta-feira, 23, no Anfiteatro do bloco 18 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), último dia da 19ª Semana Acadêmica da Comunicação Social.

Pós-graduada em Administração de Empresas, Analisa criou a HappyHouse Brasil em 2000 para atuar no segmento de comunicação interna e endomarketing. Segundo a profissional, o mercado de comunicação interna ainda é primário e as pessoas não enxergam que ele vai além do “fazer jornalzinho”.

Um dos pontos destacados pela palestrante foi a informação como produto da comunicação interna. “De nada adianta ter o melhor cartaz, o melhor jornal, a melhor revista, o melhor sistema de televisão, se não houver o que colocar dentro”. Segundo ela, a informação é hoje a principal estratégia de aproximação da empresa com seus empregados. “Ninguém gosta daquilo que não conhece, ninguém luta por aquilo que não sabe o que é”, acrescenta.

Conforme Analisa, existe uma nova realidade empresarial. “As empresas querem pessoas comprometidas, engajadas em programas e processos”, assinala. A palestrante exibiu vídeos e materiais de campanhas feita pela HappyHouse e falou sobre o mercado atual. “As empresas estão cheias de espaços vazios para comunicação, o mercado arrecém está começando e os dirigentes estão percebendo isso. Há uma demanda enorme”, comenta a profissional.

Pioneira nos estudos sobre endomarketing, Analisa já lançou vários livros sobre o tema. Sua obra mais recente, intitulada “Sorria, Você Trabalha Aqui!”, que reúne 500 insigths para endomarketing, pôde ser adquirida durante o evento. Após sua fala, a palestrante abriu espaço para responder questionamentos da plateia.

Acadêmica do 3º semestre de Relações Públicas, Paula Saccol estava apreensiva em relação à palestra. “Ela tem um ponto de vista sobre a comunicação interna e endomarketing diferente de outros grandes nomes do mundo RP. Mas foi esclarecedora e mostrou que, na verdade, ambos evoluíram e atualmente se complementam, sendo algo essencial em qualquer empresa, independentemente de seu porte”, destaca.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4


Fotos: Mahara de Brito

Veja como foi o bate-papo com Márcio Callage, presidente da Agência DM9Sul, na noite de quinta-feira

“Este é o pior e o melhor momento para se trabalhar com comunicação e marketing”. Com esta frase Márcio Callage, presidente da DM9Sul, uma das agências de publicidade e propaganda mais conceituadas do país, deu início à penúltima noite de palestras da 19ª SEACOM. Callage participou do evento na noite de quinta-feira, 22, no Anfiteatro do bloco 18.

Filho do diretor de criação e sócio da DCS Comunicação, o porto-alegrense cresceu dentro do universo da propaganda. Admirador do trabalho pai, Callage ressaltou que nunca teve dúvidas sobre a profissão que iria seguir. Aos 18 anos, ingressou no curso de Publicidade e Propaganda na Pontifíca Universidade do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e logo na primeira semana começou a trabalhar na área.

Com 25 anos, já formado, em 2005, recebeu a proposta de ser gerente de marketing da Olympikus. Movido por um instinto empreendedor, em 2007, Márcio e mais dois amigos resolverem montar a Perestroika Criative School, uma escola que promete diferentes cursos na área de criação. Em setembro de 2011, tornou-se sócio e presidente da DMSul, ligada à DM9DDB de São Paulo e ao grupo ABC, maior grupo de comunicação do Brasil.

Segundo o profissional, houve um tempo em que publicitário trabalhava apenas em agência, jornalista em redação, relações públicas em eventos, entre outros, mas hoje esta prática é limitadora. “Dentro da DM9, por exemplo, temos publicitários, diagramadores, jornalistas, designers, arquitetos, administradores. Há uma grande mistura, e este caldo dá a possibilidade de entregarmos algo que consideramos que é o trabalho da Comunicação Contemporânea”, avalia.

Novo perfil – As agências de publicidade, segundo Callage, são as mesmas desde 1950. Em razão disso, considera que não adianta ter pessoas novas, com conhecimento se o pensamento da empresa for quadrado. “Se o modelo for o mesmo sempre, será sempre a propaganda convencional”, analisou. Callage observa que o modelo antigo, comum, de fazer publicidade é um mero preencher de espaços, seja os de 30” em rádio ou uma página no jornal – o que limita a criatividade. A ideia hoje, conforme ele, é fazer uma propaganda que envolva o outro, que tenha conteúdo e não apenas informe algo. “As pessoas não dão bola para propagandas, elas não gostam, por isso tem que ser fazer algo a mais”, destacou.

O publicitário frisou que de qualquer lugar é possível fazer coisas legais, basta querer. “A Perestroika, por exemplo, gastou apenas R$ 70 para se lançar.” Além disso, frisou que o tempo atual é o da revolução digital e que isso precisa ser compreendido pelos profissionais. “Temos de entender a linguagem do tempo, e hoje estamos vivendo a revolução digital.” Em razão disso, considera que para se fazer uma boa publicidade é necessário, antes de tudo, estar ligado ao que acontece ao redor, ter em mente qual o problema, qual o público, qual a coisa mais importante e, ainda, pensar: “por que isso é verdade?”. O publicitário disse  que, hoje, não basta ter audiência, mas sim qualidade.

Para encerrar, além de abrir espaço às questões da plateia – que manteve o Anfiteatro lotado até as 22h – Callage ressaltou que tem consciência de que sua agência nem sempre tem condições de pagar o que o mercado em São Paulo (SP) paga. No entanto, acredita que a DM9 é formadora de pessoas. “Posso contratar alguém que não tenha experiência, mas que tenha vontade de trabalhar, assim eu posso moldá-lo e depois este alguém pode ir para SP e ganhar mais de R$ 20 mil.”, exemplificou. Por fim, ainda citou que a sua agência é uma das únicas que possui uma diretora de Relações Humanas (RH) que se preocupa individualmente com os colaboradores.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4



Fotos: Eduardo Foletto Finkler

Oficinas de Photoshop e Produção Musical e minicurso de Oratória fizeram parte da 19ª SEACOM

Uma das oficinas que aconteceu na manhã do dia 22  foi sobre produção musical. Ministrada por Felipe Alvares, o momento contou com a presença de cerca de 15 estudantes. Felipe atualmente é professor do Curso de Comunicação, nas disciplinas de Elementos da Linguagem Musical e Produção em RTVC I. Segundo o professor, o objetivo da oficina foi, além de falar sobre o conceito de produção musical, trabalhar, de maneira prática, o produzir músicas pensando em publicidade ou em produções audiovisuais. Para concluir este objetivo, a oficina se estendeu até a tarde, a fim de que os acadêmicos pudessem gravar a trilha cuja criação começou no turno na manhã.

Ainda na manhã do dia 22, o formado em Publicidade e Propaganda Diego Lopes assessorou a oficina do software Photoshop, que aconteceu no laboratório 11, do bloco 17 da Unisc.Segundo o publicitário, a ideia foi ensinar as ferramentas mais difíceis: “Minha preocupação foi: o que seria legal ensinar para vocês?”, destaca. Além disso, Diego ainda comenta que esperava um público menor e que ficou bem surpreso com a grande participação.

A acadêmica de Jornalismo, Nicole Rieger, escolheu participar desta oficina por não ter a aplicação de ensinamentos sobre esse programa em sala de aula. Para ela, essa área é interessante, assim como a oportunidade de assistir à oficina durante a Seacom. “Participar de oficinas sempre é bom, porque só tem a acrescentar. Ou tu aprende algo que não sabia ou revê aquilo que tinha esquecido”, explica.

Assim como Nicole, o futuro produtor audiovisual Diogo Freitas também optou por aprender mais sobre o Photoshop. Diogo, que já participou da oficina sobre outro software, o Illustrator, acredita essas são ótimas oportunidades para aprender. “Eu não sabia mexer em Photoshop, nem Illustrator, e achava que deveria saber. Mesmo fazendo Produção em Mídia Audiovisual, a gente se depara com situações em que precisamos dessas ferramentas”, ressalta.

E no minicurso de Oratória, que aconteceu na sala 101 do bloco 1, Liesel Dick iniciou dizendo que “a oratória é a filha da comunicação, neta da política e bisneta da filosofia.” Liesel  é formada em Relações Públicas, professora e consultora na área da comunicação, com 21 anos de experiência. Ela apresentou uma forma divertida os acertos e erros que às vezes passam despercebidos, na hora de comunicar. “O comunicólogo precisa ser especialista em pessoas, analisar o momento, a proporção e olhar sobre a situação”, explicou.

Ela envolveu os acadêmicos do Curso de Comunicação Social e mostrou que a oratória é a soma de três coisas: postura, linguagem e roteiro mental. A oratória não é somente a fala, mas também, e principalmente, gestos. Ao falar em público, certos cuidados devem ser tomados para que não haja nenhum tipo de constrangimento, como, por exemplo, respirar antes de falar e fazer um roteiro mental, pois, segundo Liesel, “falta de roteiro é falta de preparo, e hoje as pessoas são contratadas por competência e demitidas por comportamento”.

Usando vídeos e fazendo demonstrações de como deve ser a postura perante uma bancada, a RP esclareceu dúvidas dos acadêmicos, que interagiram e, ao final, se demonstraram satisfeitos com o que ouviram no minicurso. Luiza Goulart, acadêmica do 1º semestre de Jornalismo, contou que adorou participar do minicurso. “Achei muito proveitoso, é um conteúdo muito interessante. Fiquei feliz em participar, pois oratória é uma das coisas mais importantes em nossa área, devemos ter interesse em aprender”.

A programação da 19ª SEACOM se encerra com o minicurso "Gabriel García Márquez e Jornalismo", que acontece na manhã desta sexta-feira na sala 101 (bloco 1),  palestra com a relações públicas Analisa Medeiros Brum, às 19h15min no Anfiteatro do bloco 18 e com as oficinas de After Effects Básico e Publicidade em Espaços Virtuais, respectivamente nos laboratórios 20 e 15 do bloco 17,  a partir das 19h15min.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4 (adaptado)






Márcio Callage, presidente da Agência DM9Sul, irá palestrar nesta quinta-feira

No penúltimo dia da 19ª SEACOM, a palestra da noite será ministrada pelo publicitário Márcio Callage, atual presidente da Agência DM9Sul, de Porto Alegre.

Márcio nasceu na capital gaúcha, formou-se em Publicidade e Propaganda na PUC-RS e trabalhou em agências por oito anos, no atendimento e também na criação, especialmente como redator. Foi estagiário na sede Londrina da BBH, é um dos fundadores da escola gaúcha de criação Perestroika e no ano de 2005 assumiu a gerência de marketing da Olympikus, cargo que deixou recentemente para assumir a vaga de presidente da Agência DM9Sul.

A palestra inicia às 19h15min, no Anfiteatro do bloco 18.


Correspondente Internacional da BBC palestrou na 19ª Seacom


“Na vida, a gente tem que arriscar.” Essa foi a dica que Tariq Saleh, correspondente da BBC no Oriente Médio, deixou na terceira noite da 19ª SEACOM. A palestra foi mediada pelo chefe do Departamento de Comunicação Social da Unisc, Demétrio Soster. O evento iniciou com a exibição de vídeos produzidos em comemoração aos 20 anos do Curso de Comunicação Social da Unisc. Na ocasião, a turma de Produção em Mídia Impressa, acompanhada por Demétrio, professor da disciplina, lançou oficialmente o Unicom, Jornal Laboratório do Curso que nesta edição tem como tema “separações”.

Durante a noite, Tariq contou para o público sobre a sua experiência como correspondente internacional. “Como é a vida de correspondente? É boa. É fácil? Não, não é. Tem as suas dificuldades. Toda a região do Oriente Médio é complicada, mas tem que saber lidar com isso. O correspondente deve saber ser diplomático. É um processo de adaptação e o repórter estrangeiro tem que saber lidar com os costumes.” O palestrante comparou a rotina de repórteres no Brasil e no Líbano. “A vida de um correspondente em Beirute é a mesma que de um repórter em qualquer cidade brasileira. É só saber adaptar.”

A escolha pelo Líbano foi feita estrategicamente. “Primeiro, escolhi um país que tivesse demanda por notícias. Segundo, tenho origem árabe e tinha grande possibilidade de aprender o árabe, o que fez uma grande diferença. Escolhi Beirute por uma questão prática.” Da sua estada de oito anos no Oriente, Tariq contou ao público sobre os imprevistos que encontra no trabalho, como a falta de internet em algumas coberturas para enviar o material que produz. “Vida de correspondente é improvisação também”, constata, ao lembrar de quando ditou uma matéria por telefone para conseguir enviar o conteúdo para a redação da BBC em Londres.

O jornalista também relatou como é o treinamento para realizar coberturas de guerras e confrontos. “Recebemos treinamento a cada três anos. Nenhum jornalista da BBC vai a campo sem treinamento. Dura cerca de cinco dias, com parte teórica e prática.” Durante este período, são realizadas, entre outras, simulações com campos minados e armamentos. O psicológico também é abordado. “Eles ensinam como o jornalista deve se portar em relação aos militares e em sequestros. Treinamos a mente, pensamos na nossa segurança e na da equipe.”

Sobre as rodas de conversa no estrangeiro, Tariq aconselha: “quando a questão é política, não se meta. Tudo é politizado lá. Religião, política, família e sexualidade são temas difíceis”. Em seus oito anos morando fora, o jornalista superou as adversidades e decidiu arriscar. “Se eu tivesse voltado, não sei o que faria. Medo eu tive, mas superei.Eu arrisquei.” Segundo ele, o correspondente internacional está acostumado com a abordagem do exército estrangeiro. “Vou escrever a saga do Harry Potter se for contar toda vez que eu for detido”, brincou. “Depois de 8 anos, você sabe separar o que é um terror de verdade e o que não é.”

Ana Cláudia Müller, acadêmica do 8º semestre de Jornalismo, acredita que a palestra foi uma inspiração para os alunos do Curso. “Ele é espirituoso, conta as histórias com um toque de humor, o que prendeu a atenção da galera. A grande lição que ele deixa nessa noite é a persistência. Você não precisa de um veículo para correr atrás do que quer.” O coordenador do Curso de Comunicação Social, Hélio Etges, pondera que Tariq mostrou outro ponto de vista sobre o Oriente Médio. “Ele desmistificou as histórias contadas pelos colegas que trabalham no Oriente Médio e mostrou como o jornalista pode construir a sua história contando histórias de qualquer lugar. Tariq também mostrou a extensão da nossa profissão e o quão importante ela é na construção das histórias das sociedades.” 

Formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Tariq Saleh é correspondente da BBC World Service e BBC Brasil no Oriente Médio desde 2006. Natural de Beirute, no Líbano, foi criado na cidade de Sapiranga, RS, região metropolitana de Porto Alegre. Atualmente também é colaborador e produtor para o portalTerra, Veja online, rádio CBN, TV Globo e TV Record, além de consultor para a agência de notícias portuguesa PNN.

Texto: Laura Gomes - Agência Experimental de Comunicação A4 




Oficinas e minicurso do segundo dia da 19ª SEACOM foram um sucesso


Ocorreu na terça feira de manhã duas oficinas e um minicurso, que compõe a programação da SEACOM 2014. Os temas das oficinas foram os softwares InDesign e Illustrator, que são fundamentais para a formação dos acadêmicos.

A oficina de InDesign aconteceu no laboratório 15 do bloco 17, e foi ministrada pelo jornalista Gelson Pereira, ex-aluno do curso de Comunicação Social da Unisc. Durante a oficina, ele deu dicas aos acadêmicos. “Uma das melhores coisas do InDesingn é o atalho”, disse, e explicou um pouco sobre as características do software que, segundo ele, “é um programa muito intuitivo”. O jornalista então propôs a atividade da oficina: todos deveriam diagramar um projeto gráfico. A ideia era criar quatro páginas de um jornal, estilo tabloide.

Karine Naue, estudante do terceiro semestre de Jornalismo, considerou a oficina muito boa. A sua intenção ao participar era aprender mais detalhes do InDesign e poder realizar as tarefas no programa de maneira rápida. “Em pouco tempo aprendi muito”, contou a acadêmica.

Já a oficina de Illustrator, que aconteceu no mesmo horário, no laboratório 20 do bloco 17, foi ministrada pela acadêmica de Publicidade e Propaganda Viviane Herrmann. A aluna ensinou aos participantes alguns truques, atalhos e ferramentas do programa. A ideia era passar aos participantes os comandos básicos do Illustrator, já que “a Universidade não oferece aos alunos aulas específicas deste software”. A proposta era passar recursos iniciais do programa que possibilitassem aos alunos a criação de peças gráficas, logotipos e materiais do gênero.

Para Viviane, “esse tipo de oficina contribui no desenvolvimento do aluno como profissional. Quanto mais ele buscar conhecimento no que se refere à Publicidade e aos softwares utilizados na área de criação, mais chances no mercado de trabalho ele terá” acredita ela.

Ainda na terça de manhã, aconteceu o minicurso Cerimonial e Protocolo, ensinado pela formada em Relações Públicas Gisele Simão. Ela ministrou uma palestra bem dinâmica e contou com a participação dos acadêmicos em vários momentos. Já no início mostrou que para qualquer evento é necessário um planejamento, e informou a diferença entre cerimonial e protocolo,evidenciando que os dois estão sempre juntos. “Cerimonial é uma espécie de roteiro que costuma ser feito no planejamento de um evento, descrevendo tudo que irá ocorrer a cada momento e protocolo é o conjunto de normas que existem para nortear o cerimonial”, explicou Gisele.

A Relações Públicas deixou como dica três livros que, segundo ela, são de extrema importância para conhecer melhor o mundo dos eventos: Evento é assim mesmo, de Sérgio Zaboran, Cerimonial Universitário, de Maria Lisabete Terra Azzolin, e Protocolo Cerimonial e etiquetas em eventos, de Paulo Régis Salgado.

Michele Lisboa, acadêmica do 1º semestre do curso de Relações Públicas, contou que achou “muito interessante, muito útil para ficarmos sabendo o que não fazer de errado em um evento. Os alunos devem participar desses minicursos e espero utilizar bastante na minha graduação de Relações Públicas.”

A 19ª Semana Acadêmica da Comunicação Social segue com sua programação, tendo como palestrante de quarta, o jornalista Tariq Saleh.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4 (adaptado)



Na quarta-feira, quem comanda a palestra da noite é o jornalista Tariq Saleh

Nesta quarta-feira, dia 21, a programação da SEACOM inicia com uma mesa redonda com ex-alunos do curso de Comunicação Social, às 8h15, no Anfiteatro do bloco 18.

Já no período da noite, quem irá palestrar é o jornalista Tariq Saleh, correspondente da BBC World Service e BBC Brasil  no Oriente Médio, com base em Beirute desde 2006. Ele também é colaborador e produtor para o Portal Terra, Veja online , rádio CBN, TV Globo e TV Record, além de consultor para a agência de notícias portuguesa PNN. Já trabalhou com a Folha de São Paulo, Zero Hora e as revistas americanas TIME e Middle East Report.

A palestra inicia às 19h15min no Anfiteatro do bloco 18. Todos os alunos de Comunicação Social estão convidados para assistir.


Palestra de terça-feira será com a jornalista, apresentadora e produtora Juliana Wexel


O segundo dia da SEACOM terá a presença de Juliana Wexel, jornalista e mestre em Letras, Cultura e Regionalidade pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), e apresentadora e produtora de rede do Canal Futura.

Juliana iniciou sua carreira em 1998 como repórter da agência da UCS. Já trabalhou em rádio, fez produções, trabalhou na RBS TV de Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Porto Alegre e em diversas produtoras. Além do exercício da profissão, ela acredita que projetos culturais podem mudar as pessoas e, com isso em mente, morou durante dois anos na estrada para ajudar uma Organização Não Governamental (ONG).

A palestrante irá falar sobre jornalismo e produção audiovisual.no Anfiteatro do bloco 18, a partir das 19h15min. Todos os acadêmicos de Comunicação Social estão convidados a participar.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4 (adaptado)


Ex-alunos do Curso palestram na abertura da 19ª Seacom


No ano em que o Curso de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) completa duas décadas, a abertura da Semana Acadêmica não poderia ser diferente: cinco ex-alunos foram convidados para falar de suas experiências profissionais. O bate-papo entre Henrique Scherer, formado em Publicidade e Propaganda; Lucas Nobre, formado em Jornalismo; Juliana Molz, formada em Relações Públicas; Amanda de Carvalho, formada em Produção em Mídia Audiovisual e Joel Haas de Oliveira, formado em Produção em Mídia Audiovisual e acadêmico de Jornalismo, ocorreu hoje, 19 de maio, no Anfiteatro do Bloco 18 da Unisc, e foi mediado pelo professor Hélio Etges. “Acompanhem essas histórias para que vocês consigam se espelhar nelas e para que tenham as suas próprias para contar daqui a 15 ou 20 anos”, convidou.

O evento começou com a exibição de vídeos alusivos aos 20 anos do Curso, produzidos pela A4 – Agência Experimental de Comunicação. Após, a Presidente do Caco, Ana Gabriela Alves, o Chefe do Departamento de Comunicação Social, Demétrio Soster e o Coordenador do Curso de Comunicação Social, Hélio Etges falaram sobre a importância da Seacom e do Curso. Na ocasião, Ana Gabriela, em nome do Caco, entregou para a professora Fabiana Pereira uma menção honrosa, pelas atividades prestadas pela Agência A4. Também foi divulgado o palestrante da Aula Inaugural do 2º semestre de 2014, que vai ocorrer no dia 13 de agosto e será ministrada por Ian Sbf, diretor e roteirista do Porta dos Fundos.

Bate-papo – “Tem alguma história para nos contar?” Foi com esta provocação que o professor Hélio Etges iniciou o bate-papo com os ex-alunos do Curso. Os convidados falaram o ingresso na Unisc e o início de suas carreiras, além de opinarem sobre a relação entre a universidade e o mercado. Joel Haas de Oliveira formou-se em 2013, em Produção em Mídia Audiovisual. Atualmente, é editor multimídia no jornal Gazeta do Sul. Para ele, o aluno deve fazer o seu próprio conhecimento. “A construção que se faz na universidade é próxima do que se cobra no mercado. Porém, a gente tem que perceber as coisas não podem simplesmente partir do professor. A construção tem que partir do aluno. Aqui é o local para se errar.”

Formado em Publicidade e Propaganda em 2012, Henrique Scherer trabalha da Agência Adamantis, de Santa Cruz do Sul. O publicitário afirma que a universidade é o local para começar a montar a rede de contatos. “Antes eu não conhecia ninguém da área de comunicação. Aqui no Curso eu conheci todo mundo. Contatos são tudo.” 

Lucas Nobre é natural de São Borja e formou-se em Jornalismo. Atualmente, tem uma Assessoria de Imprensa, a Nobre Press. Ele considera fundamental saber escutar os colegas para realizar um bom trabalho. “Quem se acha muito bom no empreendimento, está ralado. Estar sempre aberto aos feedbacks dos colegas é importante, mas devemos saber quando parar. Dessa forma, você vai conseguir terminar o trabalho.”


Juliana Moz ingressou na Unisc na primeira turma de Relações Públicas. Hoje, é proprietária da agência Adega de Ideias, de Santa Cruz. Ela ressalta a importância de se dedicar aos trabalhos acadêmicos. “O que achamos perda de tempo na época da faculdade é extremamente importante no mercado.” 

Já a produtora em mídia audiovisual, Amanda de Carvalho, formou-se em 2010 e é natural de Encantado. Atualmente, trabalha na TVE. Amanda comenta que falta união entre os profissionais da comunicação, que deveriam valorizar mais o seu trabalho, de extrema relevância social. “O comunicador muda o mundo. Temos que entender que somos fortes e que unidos conseguimos muita coisa.”


Após acompanhar o bate-papo com os convidados, a formanda em Produção em Mídia Visual, Anna Porto, ficou mais tranquila em relação ao futuro. “O que achei mais interessante é que todos os ex-alunos, sejam bem-sucedidos ou não, passaram por fases difíceis depois da faculdade. Percebi que o importante é não se desesperar”, conta Anna.

A 19ª Semana Acadêmica do Curso de Comunicação Social da Unisc tem como tema “Comunicação para quem ama comunicação” e segue até sexta-feira, 23 de maio. A programação conta com palestras, oficinas, mini-cursos e uma viagem de estudos para Pelotas.

Texto: Agência Experimental de Comunicação A4



Programação da Semana Acadêmica já está disponível

Veja na imagem o cronograma de palestras, oficinas e mini cursos oferecidos na 19ª Seacom. A viagem de estudos à Pelotas também é uma atividade que pertence à Semana Acadêmica, e, para se inscrever ou saber mais, clique aqui.



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